O que ver na 7ª Bienal
Momento de destaque na mídia para a arquitetura, em função da 7ª Bienal, em cartaz em São Paulo, que nesta edição discute “O Público e o Privado”. O Estadão proporciona uma interessante visita aos destaques da mostra, como a instalação de Claudia Jaguaribe, sobre as guaritas de segurança que povoam as metrópoles do medo – totalmente dentro do espírito da macrotendência que chamamos Safe (A artista já tinha navegado pelo tema anteriormente, com o projeto Você tem medo de que). Um ponto alto da mostra são as Representações Nacionais, que trazem instalações mais originais, como a África do Sul com Sinais de Vida, Alemanha, Áustria (Urbanism for sale) e Holanda, que realiza em Tangible Traces o diálogo entre arquitetura, moda e design, do jeito que a gente gosta, trazendo uma geração de modernos: Hella Jongerius, Alexander Van Slobbe, Frank Havermans, Claudy Jongstra e o grupo Onix.
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Uma resposta para “ O que ver na 7ª Bienal ”
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[…] Estreando nos EUA esta semana, o filme Look, de Adam Rifkin conta uma série de histórias captadas pelos olhos das 30 milhões de câmeras de vigilância (!) instaladas hoje no país. Completamente dentro da tendência Safe do Observatório de Sinais, o filme é um comentário sobre a terrível perda de privacidade que se abateu sobre a América depois do 11/09. Mas não só lá: Londres é tida hoje como a cidade mais vigiada do mundo por câmeras, e a imagem da instalação “Sinais de Vida”, da África do Sul (claro que poderia ser São Paulo), na 7ª Bienal de Arquitetura , apenas reforça a certeza do assustador caminho para onde vamos… […]