ODESBLOG

Arquivo de Dezembro de 2007

Mensagem 2008

O Observatório de Sinais entra em férias coletivas de 21 de dezembro a 7 de janeiro. Até lá e fiquem com a nossa mensagem 2008!

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Regras para Publicação de Posts

O ODESBLOG é aberto a colaborações, não só via comentários, mas sob a forma de posts também. Todos os assuntos são bem-vindos, desde que dentro dos objetivos gerais do blog. Especialmente, se você está desenvolvendo uma pesquisa ou trabalho (acadêmico ou não) sobre um tema qualquer envolvendo tendências, seria ótimo que compartilhasse a sua experiência, dificuldades, necessidades etc. com a comunidade do ODESBLOG. Veja abaixo as regras gerais para publicação:

1 – Enviar texto em arquivo word com no máximo 2000 caracteres para: blog@observatoriodesinais.com.br
2 – Incluir no texto, logo depois da palavra onde haverá um link, o endereço completo do link entre parênteses.
3 – Imagens devem ser enviadas em arquivos jpeg com indicação precisa de sua origem.
4 – Incluir nome completo, miniCV e endereço eletrônico do autor do post. O autor será citado como colaborador do ODESBLOG.
5 – O envio do post não garante a sua publicação automática. Os posts recebidos serão encaminhados à equipe que mantém o ODESBLOG, que decidirá pela pertinência ou não da publicação. Serão publicados os posts em sintonia com os objetivos do ODESBLOG, a linha de trabalho e a qualidade do Observatório de Sinais.
6 – Os autores de colaborações abrem mão de quaisquer direitos patrimoniais sobre seus textos.
7 - Materiais não publicados não serão devolvidos.
8 – Dúvidas, sugestões e contatos devem ser feitos também pelo e-mail acima.

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TOP10 Sinais 2007

Listas estão na moda, então aí vai a nossa também. Preparamos um TOP10 dos sinais mais eloqüentes (por razões diversas) de 2007. O ponto comum entre eles, e principal critério para terem entrado nesta lista, é o fato de apontarem direções importantes a serem consideradas no próximo período:

1 – A banda inglesa Radiohead vende todas as faixas do álbum In Rainbows pela internet no esquema pague-o-que-quiser.

2 – A obra gastronômica do chef catalão Ferran Adrià, do restaurante El Bulli faz parte da Documenta de Kassel .

3 – A ascensão e queda do fenômeno Second Life evidencia que está cada vez mais perigoso apostar na nova grande onda da Internet.

4 – Consumo da classe C: 14 milhões de brasileiros migraram, nos últimos 17 meses, das classes D e E para a classe C, segundo pesquisa Datafolha publicada pelo jornal Folha de S. Paulo.

5 – A Estrada, de Cormac McCarthy: o livro do ano, a cara do nosso tempo.

6 – O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) acende o estopim do medo do aquecimento global, dá uma “ajuda” inestimável à onda EcoChic que se avolumava desde 2006 e instaura de vez o pessimismo como tônica do Zeitgeist.

7 – A crise do mercado imobiliário norte-americano não abala a economia dos países emergentes, que continua com média de crescimento forte, puxada pelos BRICs – no Brasil, aliás, só se falou do boom do mercado imobiliário.

8 – Os principais fenômenos musicais brasileiros no exterior não tiveram nada a ver com samba, bossa nova ou grandes nomes, e sim com dois grupos que conquistaram a mídia européia e norte-americana: a volta de Os Mutantes (dentro de uma forte revalorização da Tropicália como um todo) e o CSS.

9 – O boom do design art nos mercados europeu e norte-americano.

10 – A Lei Cidade Limpa atinge em cheio a poluição visual de São Paulo e promove mudanças nas fachadas por toda a cidade, revelando arquiteturas, mexendo com o mercado publicitário e influenciando outras capitais.

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Safe

CamerasLOOK

Estreando nos EUA esta semana, o filme Look, de Adam Rifkin conta uma série de histórias captadas pelos olhos das 30 milhões de câmeras de vigilância (!) instaladas hoje no país. Completamente dentro da tendência Safe do Observatório de Sinais comentário sobre a terrível perda de privacidade que se abateu sobre a América depois do 11/09. Mas não só lá: Londres é tida hoje como a cidade mais vigiada do mundo por câmeras, e a imagem da instalação “Sinais de Vida”, da África do Sul (claro que poderia ser São Paulo), na 7ª Bienal de Arquitetura , apenas reforça a certeza do assustador caminho para onde vamos…

Para ver trailers do filme:

http://cinevegas.bside.com/?mediaTab=photos&_view=_filmdetails&filmId=22112402

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Pesquisa sem Medo

A questão da pesquisa na internet está ficando cada vez mais simples e complicada ao mesmo tempo, à medida que as fontes proliferam e a confiabilidade delas diminui. Como já comentamos, é o caso dos blogs de tendências (ver Apresentação). Um dos objetivos do ODESBLOG é justamente filtrar antes para dar uma margem de segurança ao pesquisador. Aqui vai uma dica de pesquisa para quem leva cinema a sério. Falamos há poucos posts atrás do novo livro de Gilles Lipovetsky,L’Écran Global, sobre o papel do cinema na formação do nosso olhar sobre o mundo. Dentro das novas cinematografias emergentes - que a globalização evidentemente não “criou”, mas deu condições para serem vistas e divulgadas ao lado das cinematografias dominantes – está o cinema latino-americano, essa categoria difusa e mal resolvida em que nos encaixamos também. A dica para pesquisa sem medo sobre cinema latino é o blog La Latina, mantido pela Camila Moraes com grande competência, agora com páginas também em espanhol.

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Series Addict

Mad MenMad Men

Ao mesmo tempo em que o cinema se renova em diversos países, o fato é que Hollywood anda meio chata e a televisão ganhou muito terreno nos últimos anos, principalmente nos EUA – aponto de alguns críticos afirmarem que, hoje, o que há mais de inovador está vindo da TV. Você também é um viciado em séries? Compreensível, são elas que apresentam hoje o que há de melhor em roteiros e agora também a nata dos grandes atores. As séries aprofundam o caráter totêmico da televisão – “você é o que você assiste” -, ao mesmo tempo em que revelam muito sobre o Zeitgeist.
Dos últimos lançamentos pela TV a cabo brasileira, destacamos Brothers and Sisters, criada por Jon Robin Baitz e exibida no Brasil pela Universal. Enfoca a família rica norte-americana (do “baixo-riquistão”, diriam as más línguas – voltaremos ao assunto) com os dramas e os conflitos de sempre, atualizados, e o show de interpretação de Sally Field. O sinal mais forte, na verdade, é “família”. A notar ainda o enfrentamento crítico das conseqüências do 11/09 e da Guerra do Iraque (assunto que nesta temporada se tornou objeto de crítica virulenta em diversas séries, simultaneamente).
Mas o que está bombando mesmo na TV americana é Mad Men, escrita por Matthew Weiner (o mesmo de Família Soprano) e exibida pela AMC. A série, que já nasceu sob o signo cult, tem como pano de fundo a indústria nascente da publicidade e seus executivos da Madison Avenue (daí o trocadilho com mad), em 1960 - a época tem forte apelo dentro da onda vintage que vivemos e a reconstituição de figurinos (a cargo de Katherine Jane Bryant), cenários e atitudes é impecável, realista ao extremo, com zero de idealizações. Aguardamos mais que ansiosos…

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Police para quem precisa…

The Police - Show do The PoliceThe Police - Show do The Police

FOTO: Publius Vergelius / UOL

Sting sempre foi um desses árbitros do estilo que a cultura pop britânica produz de tempos em tempos. No show do Maracanã do último, sábado, estava tudo lá: o look urbano-esportivo em preto total, a silhueta esguia evidenciada, fazendo o olhar convergir para as incríveis pulseiras de ouro (lembram das conclusões do Observatório de Sinais sobre o ouro, no relatório sobre os jovens e as jóias, de dois anos atrás?). O The Police não fez um show “anos 80”, como disseram por aí. OK, os hits foram cantados em coro, mas a qualidade das canções e a própria postura da banda, madura, respeitosa ao público e adequada às novas idades, evidenciaram a sua contemporaneidade. Nada que lembre um revival new wave o som pobre da maioria dos grupos de electro rock, ou as turnês caça-níqueis de mortos-vivos do rock. E o que foram as performances de Andy Summers e de Stewart Copeland? Que venham com urgência os anunciados novos álbuns para ensinar ao povo como se toca uma guitarra!

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O Ocaso dos Modernos

Por Dario Caldas

Moderno (pronunciar “mudérrno”) é um termo de muitos significados, usado aqui como sinônimo de um tipo bastante conhecido das faunas urbanas, em qualquer canto do planeta. Ex-transados dos anos 70, por vezes chamados apenas “loucos”, são ascendentes diretos do hype nova-iorquino ou da branchitude parisiense, que imperaram nos anos 80 e 90. Íntimos da moda, sempre à frente das inovações, tinham um pé na transgressão, o outro na distinção como modo de vida. Descobrir antes, adotar primeiro aquilo que seria objeto de desejo pela maioria dali a “x” tempo, brincar de pega-pega com o mundo dos caretas, seus antípodas – talvez seja o que define melhor o perfil do moderno.

Modernos, transados, branchés: hoje, palavras vazias, na avalanche de hiperconsumo que engole e justifica quase tudo o que se encontra pela estrada. O fato é que ser moderno está rapidamente perdendo o sentido, já que não há mais defasagem tempo-espacial, nem mistério, nem corrida para adiante, pois a maioria corre mesmo é na esteira, sem sair do lugar…

O que acontece é compreensível, se analisarmos os dois vetores principais dessa história de “ser moderno”: os jovens e os gays. As novas gerações têm um gosto realmente particular, que eu arrisco mesmo a classificar como a “geração dos sem-gosto”, no sentido do mélange, da promiscuidade de estilos que eles curtem em algumas áreas, e não da falta de. O exemplo mais flagrante é no território da música: pela facilidade de acesso, ouvem Mozart, Britney Spears, o pior pop italiano e Radiohead como se tudo fosse a mesma coisa - aliás, para eles tudo é a mesma coisa. Para os modernos transgressores, havia algo de sujo no “comercial”, automaticamente desclassificável. Hoje, it’s just business, e nem por isso perde valor, ou melhor, ganha algum até. A própria noção de um moderno como referência para comportamentos e atitudes deixa de existir, porque eles não vivem a tendência como imposição de fora para dentro. Estão mais preocupados consigo (até demais) e menos com os outros, este é o lado bom dessa história.

Quanto à cultura gay, o preço da democratização é a banalização da imagem, ensinam os marqueteiros. Ser gay nos anos 80/90 era chique, eles estavam com tudo, sabiam de tudo, experimentaram de um tudo, em matéria de drogas e libido. Torsos nus, batida house, espírito fashion, eram os árbitros do gosto, os aristocratas do estilo, o auge da branchitude. Os héteros mais antenados vestiam-se como os gays – dois anos antes… Hoje, três das maiores capitais gays, Paris, Berlim e Londres, são sintomaticamente administradas por prefeitos gays. Á medida que o ser gay se institucionaliza, também vai se careteando. Em Paris, não há mais uma “noite gay clássica”, no sentido do que foi o Queen nos anos 90 ou o Palace nos 80. Ser gay, sair do armário, carregar a bandeira do arco-íris, tudo isso hoje faz parte do establishment – e atenção, ninguém aqui está falando de orientação sexual. Faz anos que venho apontando essa reversão de clima, o mais legal do estudo de tendências é justamente observar esses momentos nebulosos de passagem e captar “a quente” os sinais de mudança. Lembro-me de ter incluído o tema (da cooptação da cultura gay pelo establishment) pela primeira vez numa palestra de 1998, e o sinal amarelo se acendeu pra mim num filme americano em que mulheres, padres, mães de família e héteros, todo mundo enfim, numa platéia, se levanta e começa a dizer “eu também sou gay”, “eu também sou gay”… Saí do cinema fortemente impressionado com aquilo e comecei a formular a idéia da normalização versus normatização da cultura gay. No Brasil, para abreviar a história, isso desemboca mais ou menos na última novela das 8, com o casal de caras gays enfim na telinha, mas tão bonzinhos, brancos, burgueses e produtivos… enfim, um casal como outro qualquer.

Nem jovens comprometidos com a idéia de vanguarda, nem gays inovadores para alimentar a arena dos “muderrnos”, parece não haver mesmo mais espaço para a transgressão na cultura do hiperconsumo, que engole tudo, normaliza e normatiza tudo, permite tudo para vender mais e melhor. Talvez isso explique em parte porque a violência contra si e contra o outro seja a nova peste, e como tal sem lógica nem controle, a última fronteira da transgressão.

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A Pesquisa de Moda e as Ciências Sociais: um diálogo necessário

É o tema do TCC recém-defendido por Mauryn Schirmer na UDESC. Ela relata e põe em discussão no texto abaixo:

Por Mauryn Schirmer

Dizia Françoise Vincent-Ricard, em seu livro As Espirais da Moda, que “estilistas são como aves migratórias, que aspiram o que flutua no ar com todos os sentidos em alerta”. Como recém-formada em Moda, pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, em Florianópolis, não dá para passar batido por esta afirmação, freqüentemente citada no discurso de alguns teóricos da Moda, sem ao menos questionar-se como as tendências são “captadas no ar” por alguns estilistas, caçadores de tendências, ou mesmo “antenas”?
Em meu Trabalho de Conclusão de Curso, “A Pesquisa de Moda e as Ciências Sociais: um diálogo necessário”, desenvolvido a partir da necessidade de se estabelecer um diálogo entre as reflexões que eu vinha fazendo na área de Pesquisa de Moda, os conhecimentos que fui adquirindo nas disciplinas de Ciências Humanas sobre pesquisa e minhas experiências no campo profissional que acabavam por, invariavelmente, juntar estes dois pólos, é possível situar não somente esta e outras questões relacionadas ao fazer pesquisa, bem além de “sexto-sentido”, “faro”, e informações adquiridas virtualmente, em sites de pesquisa de tendências, na construção de um perfil de consumidor e identidade de marca (tudo em nome de uma moda globalizada).
Defini como objeto de estudo a Pesquisa de Moda, buscando tanto a literatura do campo da Moda, como a forma que o tema aparece na mídia, e como é visto pelos estudantes do curso de Moda da UDESC. Para fazer o estudo, lancei mão de várias estratégias metodológicas (entrevistas, questionários, investigação de documentos, observação participante, etc.) e teorias das ciências humanas, procurando dialogar com alguns dos conceitos na área de pesquisa e apontando alguns métodos e técnicas comuns aos dois campos do conhecimento.
Dividindo-se em três capítulos, no primeiro foi necessário estruturar o trabalho a partir de uma perspectiva histórica remetendo ao início do processo de autonomização do criador de moda no contexto moderno, a influência do olhar (e gosto pessoal) deste sobre suas clientes, a construção do olhar na interação social, no comportamento das pessoas e na moda, bem como a diferença de “olhar e captar” para a observação como método. O conceito sobre tendência e suas variações (megatendências, macrotendências, microtendências, etc.) são explanados a partir do ponto de vista de intelectuais, profissionais e estudantes de moda, e numa tentativa de destrinchar tais significados, busco saber no que estes implicam e como se relacionam com a forma de fazer pesquisa de moda.
No segundo capítulo, procurei falar sobre as diferentes metodologias de pesquisa utilizadas por birôs de estilo, agências ou sites especialistas em pesquisa de tendência, e por escritórios de pesquisa de comportamento, especialistas em macrotendências, como o Observatório de Sinais, do qual parti para a pesquisa prática, a experiência de estágio, relatada no início deste capítulo. No terceiro, é possível observar quais significados alguns termos e conceitos assumem, na visão de estudantes de moda, ao discorrerem sobre a pesquisa de moda, as tendências e macrotendências, ao papel do indivíduo em suas pesquisas, bem como ao que para estas contribuem as Ciências Sociais, vista por alguns estudantes como fora da “forma moda” por sua linguagem “distante da utilizada pelos fashionistas”. Preconceito tanto de um lado quanto de outro, ao me deparar com a preguiça epistemológica de alguns profissionais das Sociais na pouca convivência com o universo dos estudantes de moda, e de forma ainda mais grave, com o universo da Moda.
Se por um lado parecia estar já um tanto longe da história contada por Lipovetsky na introdução do livro O Império do efêmero, onde o autor narra sua dificuldade para defender a moda como objeto de pesquisa acadêmica legítimo, no campo das Ciências Humanas, por outro, a confusão conceitual no campo da pesquisa de moda, as reclamações e dificuldade de diálogo em torno destas duas áreas pareciam apontar ainda para o desencontro, ou, no mínimo, para a dificuldade deste encontro.
Quanto à frase de Vincent-Ricard citada no início deste texto, é possível perceber que nela permanece a idéia de “alguém especial”, seja o artista com sua sensibilidade e o “bom radar” com seu instinto. Neste sentido, aquele que “capta as tendências” não o faz por ter aprendido a fazê-lo, mas por uma espécie de “dom” especial. Cabe então deixar claro que quando falo de pesquisa de moda, trata-se de algo que deveria, em tese, ser diferente da concepção descrita acima, e também não uma “receita pronta” como se aprende na Universidade.
A pesquisa envolve um tipo de percepção e de construção do olhar, para compreender o contexto social no qual se insere, mas também com capacidade de estranhamento e reflexão sobre este contexto, sobre os valores que o caracterizam, sobre os desejos que são negociados e criados por aqueles que nele vivem. Mais do que “adivinhar o momento”, ou “captar sinais”, o pesquisador de moda não é apenas alguém sensível, observador e criativo, ainda que estas sejam características fundamentais para um bom pesquisador. Ao levantarem-se questões sobre a pesquisa de moda e termos relacionados, é clara a importância das Ciências Sociais ao se pensar a Moda. Pretendo considerar, ao enfatizar tal importância, que não somente através do que pude constatar em exercícios, leituras e práticas da pesquisa social, a qual me serviu de bússola, mas também pela amplitude reflexiva e de olhar que nos são estimuladas.

Para ler o trabalho na íntegra, favor entrar em contato através do email: eumaush@hotmail.com

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Como criar tendências e inovar?

É a manchete de hoje do portal Mundo do Marketing destacando a entrevista realizado por Bruno Mello com o sociólogo Dario Caldas, diretor do Observátório de Sinais

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