VIBES apontada como tendência… para 2009?!?
No assunto que obviamente mais nos interessa - as tendências -, a temporada de moda revelou alguns equívocos, no que vimos por aí de apresentações. Segundo um bureau interacional, por exemplo, a tendência batizada pelo Observatório de Sinais de VIBES, em junho de 2007 (sic), foi (re)apresentada agora, só que travestida de “imaginar é poder”, “você pode tudo”, “você pode ser um super-herói” e por aí afora. Bom, é isso mesmo, mas chegar só agora a essa conclusão, e apresentá-la como “tendência emergente” para… 2009-2010… ãh?!? Mais uma vez, quem ouviu o Observatório de Sinais primeiro, ouviu melhor!
Quanto às tentativas de diminuir a importância do estudo das tendências, trocando seu nome - sensações, desejos etc. -, é uma estratégia pueril. Não basta renomear um fenômeno que é, antes de tudo, sociológico, para anular a sua existência. As tendências fazem parte da dinâmica social, vão continuar a existir e o Observatório de Sinais continuará a separar o joio do trigo - sorry, periferia - nessa história às vezes tão mal contada…
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3 respostas para “ VIBES apontada como tendência… para 2009?!? ”
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Adoro o Observatório de Sinais, mas, sinceramente, a cada postagem tem um comentário do tipo “mais uma vez o Observatório de Sinais chegou na frente”. Isso cansa… não precisa disso.
gente, eu sou megafã do observatório, fui doutrinada pelo livro “observatório de sinais” do Dario, mas ao ler esse post tive a mesma sensação da Lara, antes mesmo de ver o comment dela.
penso que pela história do Observatório e do Dario, é tão clara a consistência, a seriedade e a eficácia do trabalho de vcs, que essa postura pode denotar um certo “esnobismo”.
pra mim, o ODES já está a anos-luz de mto conhecimento raso que está por aí, mas essa postura, como eu disse, acaba nivelando de alguma forma o ODES aos mortais.
espero q entendam a crítica como a de alguém q realmente admira o trabalho de vcs.
bj
Sabemos o quão desagradável é a repetição de uma notícia. É certo que a repetição só acontece porque os envolvidos - no nosso caso, empresas com atividades similares - inistem em não dar o crédito da antecipação das tendências ao Observatório de Sinais. Sejamos francos: você, profissional, desprezaria o fato de seu trabalho ser copiado e, no seu orgulho, manteria o silêncio , com isso provocando suspeita de autoria?
Plagiar é crime, e plágio não significa nota musical. Mas como as tendências pertencem ao espírito do tempo, se todos fôssemos qualificados para antecipá-las, não seriam tendências, e sim destino.
Por isso, quando nos autoafirmamos por meio do ODESBLOG, somos humildes por apenas nos considerarmos profissionais formados e reconhecidos pela academia e, portanto, habilitados para projeções. Se estamos dando a impressão de clamar o cargo de guru, que é o que acontece com as agências que nos repetem, convido vocês para relerem os livros de Dario Caldas, ou então visitarem nosso site. A César o que é de César. E aqui somos mais, somos como a mulher de César: não somos apenas honestos, parecemos honestos.
Não se aborreçam com nossa estratégia de lutas por nossos ideais e verdades. O que me preocupa nesse vai-e-vem de confirmações de nossas tendências é querer saber por que será que tais empresas repetem as tendências com tanto tempo de atraso? Um ano, precisamente, neste caso. Será que elas consideram o mercado brasileiro incapaz de absorver, lançar produtos ou estratégias no mesmo timing do mercado internacional, ou não nos querem concorrentes? Oxalá, de agora em frente, não tenhamos que nos firmar como os verdadeiros antecipadores de tendências do mercado brasileiro. Mas enquanto isso não ocorre, não nos tomem por pedantes: apenas nos arrogamos do direito que os dez anos do Observatório de Sinais e suas realizações nos outorgam. Para ilustrar: se Santos Dumont tivesse uma assessoria, hoje seria ele reconhecido como o primeiro e único inventor do avião, pelo mundo e pelos americanos (e não, humildemente, o “pai da aviação brasileira”). Queremos nosso lugar no tempo e no espaço pelos profissionais que somos e pela empresa que dirigimos. Não tentem pensar que somos carentes ou temos problemas com nossa estima profissional. O que somos?…Uma empresa de estratégia comportamental, análise e produção de tendências, estudos e pesquisas de consumo para o mercado internacional.
Tolerem-nos. Parafraseando Tiradentes, dez mil vezes repetirem nossa produção de tendências, dez mil vezes reclamaremos nossos créditos pela antecipação.
Assessoria Comportamental e Marketing do Observatório de Sinais
Myris Verardi