ODESBLOG

Arquivo de Junho de 2009

Inventário

A morte icônica resulta sempre em um inventário que quantifica, esquadrinha, divide e investiga todos os recônditos do ídolo, para melhor representá-lo. É preciso expropriá-lo para que possamos nos apropriar dele, de novo e de novo. Primeiro, uma profusão de imagens e vídeos, território por excelência do Primogênito da Era das Mídias e do Império das Imagens. Depois, a ênfase nos objetos icônicos, as partes: a luva, o moon walk, a efígie em que ele pouco a pouco se transforma. Em seguida, vieram os números, as linhas do tempo interativas, os gráficos de sucessos, as cifras, os ganhos, as perdas, as dívidas, e agora as métricas e porcentagens do aumento de excuções dos hits nas rádios. O inventário de um ícone é um show de representação.

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Nova família Del Valle/Coca-Cola é lançada com tendências ODES

A nova família de sucos e bebidas prontas a base de frutas Del Valle/Coca-Cola foi lançada oficialmente terça-feira dia 16 em São Paulo, em café-da-manhã para a mídia especializada, realizado na Casa da Fazenda do Morumbi. Ao mesmo tempo, a Coca-Cola Brasil comunicou ao mercado que Del Valle, agora, é a sua marca guarda-chuva para o segmento de sucos. “Del Valle, como pioneira no mercado de sucos prontos para beber, possui uma imagem muito consolidada. É uma marca líder, de referência, com 80% de conhecimento. Por isso, optamos por torná-la a nossa marca guarda-chuva nesta categoria”, explica John Pinto, diretor de Marketing de Novas Bebidas da Coca-Cola Brasil. O Observatório de Sinais, que já havia trabalhado com a Coca-Cola Brasil no lançamento do Laranja Caseira, voltou a colaborar com a empresa, construindo o quadro de tendências socioculturais e de consumo que ao mesmo tempo contextualizam e indicam as oportunidades de mercado da nova linha de produtos.

Coletiva Coca Cola - Dario Caldas e John Pinto na apresentação / Foto: Gaspar Nóbrega

Com o lançamento da nova família Del Valle, a Coca-Cola Brasil amplia o leque de produtos que se enquadra dentro dos desejos e necessidades dos consumidores. A praticidade e a preocupação com a saúde fazem com que essa categoria apresente um dos maiores potenciais de crescimento para os próximos anos, segundo pesquisa do Observatório de Sinais encomendada pela Coca-Cola Brasil. “Um terço dos lares brasileiros é chefiado por mulheres. Cada vez mais produtos e serviços são concebidos em função desse novo olhar que a mulher traz sobre o mercado. A mulher moderna vive em um universo com demanda crescente por simplificação das rotinas. Na alimentação, essa demanda não só reafirma a tendência ao pronto para consumir, como permite apontar o crescimento constante deste segmento. Os produtos dessa categoria terão, simultaneamente, que responder às exigências crescentes por qualidade, conveniência e segurança”, explica Dario Caldas, diretor do Observatório de Sinais. (leia o release completo)

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Enquanto “ela” não passa …

… , a pesquisa “Consumo em Tempos de Crise” vai continuar dando o que falar. Desta vez, a pesquisa ODES está em destaque na área de consumo do site InfoMoney, que deu como manchete: “Com crise, 80% dos consumidores das classes A e B preferem preço à marca”. Já o caderno Vitrine da Folha de S. Paulo deste útimo sábado destacou o fato de que 33% dos consumidores entrevistados afirmaram considerar a origem dos produtos como fundamental na hora da escolha, na matéria “De onde as coisas vêm” (este link só funciona para assinantes), de Débora Mismetti.

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O que vem com tudo e, contudo, vai-se

por Dario Caldas

O novo quadro de Regina Casé para o “Fantástico”, que fala sobre tendências, é um contraponto estimulante no debate que se trava, atualmente, sobre a sua banalização, sobretudo em termos de prática profissional. Na realidade, o quadro identifica “tendências” prioritariamente com moda ou modismos (fenômenos passageiros), e ridiculariza, com toda a razão, o fato de que “tem tendência para tudo”. Por meio da crítica bem-humorada e da desqualificação sistemática - e com o auxílio luxuoso das personagens de Casé, em grande forma (a detenta por “delitos capilares” e o cajuzinho suicida já são antológicos), o quadro acaba ajudando a diferenciar, por contraste e mesmo que involuntariamente, de um lado o cool hunting banalizado (“todo mundo pode apontar tendências”, “tudo é sinal”) e, de outro, a análise profissional, prospectiva e estratégica dos comportamentos emergentes e das correntes socioculturais.

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Fonte 2

E o ODES foi fonte mais uma vez, agora para o jornal Valor Econômico (edição da última sexta e final de semana). A matéria foi “Um Vampiro Para Chamar de Seu”, da rubrica comportamento, assinada por Vanessa Barone, discutindo o fato de temáticas adolescentes atraírem mais leitores adultos, especialmente as mulheres, como no caso da série Crepúsculo. A matéria cita especialmente os resultados da pesquisa ODES A Mulher Pós-Feminista, realizada em 2006 com mulheres de mais de 40 anos.

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Fonte 1

O ODES foi fonte para a matéria “30 Dicas Para Atrair o Consumidor em Tempos de Crise”, da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios do mês de junho, nas bancas. Focada no varejo e assinada pela jornalista Kátia Simões, a matéria parte dos conceitos de “desafeição pelo consumo” e “redefinição do essencial e do supérfluo”, indicados pela pesquisa ODES Consumo em Tempos de Crise.

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