Arquivo da categoria ‘Hot Spot’
Ao attack de novo!
Os modernos para sempre do Massive Attack lançaram álbum novo, o Heligoland, e nós do ODES, fãs desde o prmeiro e histórico álbum Blue Lines, não poderíamos deixar de postar. No MySpace oficial da banda tem duas músicas novas, e aqui vai o vídeo promo de Fat of the Blade - altas doses de poesia urbana na paisagem sonora dark e hipnótica, característica da banda. Lindo.
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E com vocês… the next big thing!
Com certeza foi esse o texto do Steve Jobs apresentando o i-pad, o tão aguardado tablet da Apple hoje, em Nova York, com repercussão instantânea na rede. Não sem razão, dirão os entusiastas da marca, que já revolucionou o mercado diversas vezes com suas inovações. Ao que tudo indica, de olho no sucesso dos e-readers, a Apple se adiantou mais uma vez e lançou um aparelho hiperconvergente, que faz de um tudo, como se diz no interior (veja mais fotos aqui, para entender). Se você, como nós, está pensando algo como “oh! céus, não deu nem ‘tempo’ de comprar o i-phone ainda”, relaxe, porque, em tempos de convergência, a próxima “revolução” tecnológica não tarda…
Sem comentários »Se oriente
Enquanto rolam as semanas de moda no Brasil, na Europa é hora da temporada masculina. A Prada aproveitou o momento para lançar esse filme novo, dirigido pelo artista chinês Yang Fudong, e que a marca está chamando de “uma nova direção” para a sua comunicação visual na década que se inicia.
Sem comentários »TOP TEN SINAIS 2009 - 2ª Parte
6 - A TV inglesa anuncia o fim do formato “Big Brother” por lá, onde a febre começou. Oprah se retira da TV aberta em 2011.
7 - Os grafites ganham os museus brasileiros, enquanto o Guggenheim, que faz 50 anos, anuncia que vai “refocar em arte”…
8 - Moda, arquitetura, design… O que aconteceu de importante, mesmo? Só o território “eco” tem se salvado com alguma inovação, especialmente em arquitetura e design.
9 - A fusão Pão de Açúcar + Casas Bahia é o sinal que coroa, no final do ano, o trend mais do que anunciado em direção à força do mercado interno brasileiro.
10 - “Brasil, ame-o ou ame-o”: A saída precoce da crise, a “decolagem” reconhecida internacionalmente e a popularidade de Lula são a face eternamente otimista de um país que tem a educação em frangalhos e um insalubre clima de autoritarismo popular no ar.
E dá-lhe 2010…
Sem comentários »TOP TEN SINAIS 2009 - 1ª Parte
A primeira parte da nossa já tradicional lista de sinais mais significativos do ano, versão 2009:
1 - Crise mundial, claro. Mais do que a crise econômica em si, produziu fortes questionamentos ao estilo de vida consumista, com manchetes como “Sentada sobre o luxo, Paris se envergonha”. No final do ano, até Dubai sucumbiu. Mas já dá para se perguntar: Até quando vai durar o Zeitgeist reformista?
2 - O Twitter, a febre das redes sociais, a crise da imprensa de papel no mundo, o Kindle e tantos outros sinais evidenciaram a aceleração da Convergência, como macrotendência.
3 - A febre dos vampiros caretas, que fala muito sobre a geração atual e faz ter saudades de Anne Rice e do filme The Hunger.
4 - Metrópoles brasileiras em alta: a cidade de São Paulo deve produzir o quinto maior PIB do mundo nesta década; Rio 2016 consolida a nova onda de carioquice na cultura brasileira.
5 - Cop-15 e sustentabilidade maisntream como fenômeno global: Concordamos todos, mas quem quer pagar a conta de verdade? As contradições (evidenciadas na pesquisa ODES “Consumo em Tempos de Crise”, de março de 2009) se aprofundam.
Esta semana publicamos a segunda parte da lista.
Sem comentários »O centro pulsa
Visitamos o projeto Red Bull Home of Art, que ocupa o antigo Hotel Central, ali no comecinho da Av. São João. O projeto, com curadoria de Lucas Bambozzi e Maria Montero, é bem bacana, não apenas pelos artistas que residem no local e expõem (destacamos Alessandra Cestac e Regina Parra). O conceito todo é de um work in progress, já que as obras vão mudar depois do dia 5/12, incorporando o trabalho dos artistas ao longo do período de residência. Mas gostamos mesmo é de ver o centro com essa vibe de cultura viva. Ali, bem em frente, a Prefeitura está construindo a Praça das Artes. E pertinho também tem o Sesc 24 de Maio para acontecer.
Sem comentários »Da hora, e subindo
O assunto da hora é mesmo a convergência de mídias, e ainda não vimos nada mais explicativo do que esse videozinho da revista The Economist, que vai fazer o seu terceiro fórum sobre o assunto, mês que vem, em Nova York.
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Influência social
O caderno Mais! da Folha de S.Paulo (link só para assinantes) do último domingo, 26/07, deu espaço para a “caça às tendências”, no sentido que mais nos interessa. O texto do pesquisador Alexandre Abdo faz uma análise das contribuições de sociólogos como Salomon Asch, Stanley Milgram e Everett Rogers para o desenvolvimento da sociologia da difusão e da influência social, no século XX. O texto se refere, ainda, à “guerra” de empresas-gigante do universo ponto.com por profissionais desse perfil, com formação mista entre ciências exatas e sociais, e que procuram explicar a formação de padrões comportamentais que acabam sendo adotados por enormes fatias de consumidores. Cita, também, o indefectível Malcolm Gladwell, de “O Ponto de Desequilíbrio” e “Blink” (e o atual, e menos interessante, “Fora de Série”). Aliás, nada mais atual do que falar de “influenza” social e modelos de difusão por epidemia - com o perdão pelo mau gosto do trocadilho.
Sem comentários »69
Hoje faz 20 anos que o homem chegou à Lua, e só se fala disso, mas é bom lembrar que faz quatro décadas que 1969 como um todo aconteceu. Foi um ano definitivo para a cultura pop. Basta fazer uma lista rápida dos fatos “que contam”, além da Apolo 11 em si: Woodstock, estréia do Led Zeppelin, lançamento de Space Oddity do David Bowie, filmes como Easy Rider, Midnight Cowboy e O Poderoso Chefão, as revoltas de Stonewall, o último concerto público dos Beatles antes do fim, a estréia de Vila Sésamo… No Brasil, começavam os anos de chumbo, mais precisamente em 13 de dezembro de 68, “o ano que não acabou”. Mesmo assim, teve o lançamento do Pasquim, o milésimo gol de Pelé, Vera Fischer, e mais um punhado de coisas boas envoltas em sombra e desesperança. E pra dar o clima pop-cult, taí o vídeo de Serge Gainsbourg e Jane Birkin cantando 69 L’Année Erotique, hit absoluto aqui no ODES…
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Nova família Del Valle/Coca-Cola é lançada com tendências ODES
A nova família de sucos e bebidas prontas a base de frutas Del Valle/Coca-Cola foi lançada oficialmente terça-feira dia 16 em São Paulo, em café-da-manhã para a mídia especializada, realizado na Casa da Fazenda do Morumbi. Ao mesmo tempo, a Coca-Cola Brasil comunicou ao mercado que Del Valle, agora, é a sua marca guarda-chuva para o segmento de sucos. “Del Valle, como pioneira no mercado de sucos prontos para beber, possui uma imagem muito consolidada. É uma marca líder, de referência, com 80% de conhecimento. Por isso, optamos por torná-la a nossa marca guarda-chuva nesta categoria”, explica John Pinto, diretor de Marketing de Novas Bebidas da Coca-Cola Brasil. O Observatório de Sinais, que já havia trabalhado com a Coca-Cola Brasil no lançamento do Laranja Caseira, voltou a colaborar com a empresa, construindo o quadro de tendências socioculturais e de consumo que ao mesmo tempo contextualizam e indicam as oportunidades de mercado da nova linha de produtos.
Com o lançamento da nova família Del Valle, a Coca-Cola Brasil amplia o leque de produtos que se enquadra dentro dos desejos e necessidades dos consumidores. A praticidade e a preocupação com a saúde fazem com que essa categoria apresente um dos maiores potenciais de crescimento para os próximos anos, segundo pesquisa do Observatório de Sinais encomendada pela Coca-Cola Brasil. “Um terço dos lares brasileiros é chefiado por mulheres. Cada vez mais produtos e serviços são concebidos em função desse novo olhar que a mulher traz sobre o mercado. A mulher moderna vive em um universo com demanda crescente por simplificação das rotinas. Na alimentação, essa demanda não só reafirma a tendência ao pronto para consumir, como permite apontar o crescimento constante deste segmento. Os produtos dessa categoria terão, simultaneamente, que responder às exigências crescentes por qualidade, conveniência e segurança”, explica Dario Caldas, diretor do Observatório de Sinais. (leia o release completo)
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