ODESBLOG

Arquivo da categoria ‘ODESNEWS’

‘Onde as fofas têm vez’

Obesidade Valor - Obesidade Valor

A coluna Blue Chip, de Ângela Klinke (jornal Valor Econômico) traz hoje (12/08) entrevista com o sociólogo Dario Caldas sobre o mercado de moda plus size. ‘Onde as fofas têm vez’ foi o nome dado à matéria, com reportagem de Rebeca de Moraes.

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Light design


Mais uma dica de curso de pós em design estratégico, desta vez com foco em ‘light design’. O curso é realizado pelo Senai SP Design/Fiesp com apoio da Abilux. Dario Caldas, do ODES, ministra a disciplina ‘Comportamento e Estilos de Vida’.

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Caldas no ‘Happy Hour’

O sociólogo Dario Caldas participa hoje como convidado do programa ‘Happy Hour’, do canal GNT. O tema da conversa será ‘Estilo é tudo’ e vai girar em torno das ideias de estilo e tendências, surfando na onda da temporada de moda, que começa, também hoje, em São Paulo.

Serviço: ‘Happy Hour’, GNT, quarta 09/06, às 19 horas.

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ODES adere ao Movimento Nossa São Paulo

LogoNovo - LogoNovo

O Observatório de Sinais aderiu ao Movimento Nossa São Paulo, criado em 2007 para “construir uma nova cidade”. Seu objetivo principal é “mobilizar diversos segmentos da sociedade para, em parceria com instituições públicas e privadas, construir e se comprometer com uma agenda e um conjunto de metas, articular e promover ações, visando a uma cidade de São Paulo justa e sustentável”. Entre as diversas ações do Movimento Nossa São Paulo encontra-se o Fórum Empresarial de Apoio à Cidade de São Paulo, do qual passamos também a fazer parte. O objetivo específico do fórum, fruto de uma parceria do Movimento com o Instituto Ethos, é “sensibilizar e mobilizar as empresas para que, de forma organizada, sistêmica e eficiente, empreendam ações e estabeleçam parcerias” visando ao desenvolvimento justo e sustentável de São Paulo. Há um mundo de coisas a fazer e não dá para “ficar aí parado, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar”… É hora de se posicionar, de não se omitir e de agir!

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‘Visões de Mundo’ estreia na ODESTV

alunosPUC3 - alunosPUC3

A cada cabeça uma sentença, a cada cidade ou universidade, um Brasil diferente e sempre o mesmo. Estreia hoje, no canal de vídeo ODESTV, a série ‘Visões de Mundo’, em que estudantes e professores de diversos pontos do Brasil falam sobre tendências, interesses, gostos, percepções do atual, no Brasil e no mundo, e o que mais pintar. A ideia é traçar um grande painel de vozes e opiniões, construído paulatinamente e compartilhado pelo Youtube. No primeiro programa, a conversa é com os alunos do curso ‘Design Trends Forecasts’, da PUC-RJ.

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ODES TV

O canal de tendências de comportamento, sociedade e mercado do Oservatório de Sinais estreou no YouTube na semana passada. Visite, assista, comente, espalhe…você será muito bem-vindo por lá também!

www.youtube.com/odestv

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Gôndola

O varejo é um dos territórios mais quentes da atualidade, e não estamos falando apenas do aquecimento do consumo e do movimento das empresas do setor no Brasil: é nas lojas que se realiza concretamente o grande teatro do consumo, onde o consumidor tem a experiência concreta e o contato com as marcas. Dentro do varejo, o segmento de supermercados é um dos mais estratégicos para monitorar as mudanças nos comportamento de consumo. É sobre esse assunto, enfocando especificamente os Novos Velhos, que o sociólogo Dario Caldas falou à revista SuperHiper, da ABRAS - Associação Brasileira de Supermercados, na reportagem de Roberto Carlessi.

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Editorial: A Rede Globo não pode ‘mais’

O que pode e o que não pode? Quem pode falar e o que pode ou não ser dito? Há um clima nefasto de patrulhamento no ar, e pior, um patrulhamento de todos sobre todos, que acaba resultando em lastimáveis episódios de explicações, autocensuras, recuos – passos quase imperceptíveis, subliminares até, para a aceitação de limites à livre expressão. Parece que a ordem é pensar bem no que vai ser dito, pensar duas vezes, filtrar as frases e o sentido. Enfim, construir um discurso oco, sem ‘intenção’. Algo como uma receita de bolo. Soa familiar?

Os fatos vêm se acumulando nos últimos meses e falam por si, mas vamos nos ater aos últimos dias. Primeiro, uma fala da candidata à Presidência da República pelo PT causou espécie porque teria feito alusão à ‘fuga da raia’ de exilados políticos brasileiros. Resultado: chiadeira generalizada, muita lenha na fogueira de todos os lados por parte da mídia (que nessa hora não poupa esforços), explicações… Esta semana, de novo, toda uma celeuma em torno do comercial de 45 anos da Rede Globo, baseado no conceito de ir além, de fazer mais (“Todos queremos mais. Educação, saúde e, claro, amor e paz. Brasil? Muito mais!” etc.). Veredicto do Júri do Pode-Não-Pode: não pode, porque lembra ‘o Brasil pode mais’ de José Serra. Resultado: recuo da Globo e retirada do comercial do ar!

E a partir de agora, todo cuidado é pouco: ninguém pode dizer ‘mais’, isso denotaria apoio irrestrito ao candidato José Serra. Já as mensagens que contiverem a palavra ‘continuidade’ estarão obviamente sugerindo um acordo com o PT. Por outro lado, o uso de tons de verde, nem que seja por uma samambaia, é PV na certa. Ironias à parte, o perigo reside precisamente nos recuos. No caso da Globo, por que retroceder, se não houve propositalidade na ação? Se houve, ao contrário, recuar faz todo o sentido e permite concluir que estão todos brincando de apontar o dedo para todos, e assim talvez obter algo em troca. As exigências de explicação por parte daqueles que se sentem atingidos podem parecer saudáveis, mais um exercício democrático, mas até que ponto não estão travestidas de censura implícita? Ora, os que se sentem prejudicados têm a justiça para defendê-los. Isso, sim, é democracia. Mas usar a palavra e o poder da comunicação como moeda de troca é fortalecer os argumentos do governo pela fiscalização da mídia, no momento mesmo em que a comunicação se universaliza e se potencializa como sendo de todos para todos.

O que defendemos e defenderemos sempre é que cada um tem e sempre deverá ter o direito sagrado à livre expressão. Democracias não sobrevivem com limitações à liberdade ou flertes com o autoritarismo de qualquer espécie. Por que a mídia deve permanecer isenta, se é muito mais saudável para a democracia que todos se posicionem claramente? Ou será que só o Presidente da República, que afinal de contas não é uma “pessoa comum”, pode se posicionar em favor de sua candidata, em pleno exercício do cargo, e dizer o que pensa, como nas incabíveis e reiteradas críticas que tem feito à Justiça e aos meios de comunicação? Então, só Lula pode ‘mais’?

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Reality convergente

Os realities são mesmo o assunto do momento, como o ODES antecipou ao lançar o Dossiê Reality, e a pedra de toque das atuais edições é a convergência de mídias, conforme apontou o estudo que realizamos em 2009. Hoje, a Folha Ilustrada (link para assinantes Uol ou do jornal) traz ampla matéria, comentando as novas relações entre a televisão e a internet, a partir dos reality shows: “Convergência de mídias, interação e mobilização pela web, antes conceitos muito debatidos e pouco observados, são algumas das palavras de ordem dessa virada”, afirma a jornalista Tereza Novaes. Mas nem tudo é festa. Há excesso de mensagens comerciais, que aumentam o faturamento mas podem se revelar em típico tiro no pé; a audiência cresce na internet mas diminui na TV (fenômeno que pode ter a ver com o argumento anterior, como já ocorreu nos EUA); e não está totalmente claro se a convergência está sendo instrumentalizada como forma de dominação. Por essas e outras, mais os pedidos e o buzz intenso que o Dossiê do ODES gerou, resolvemos antecipar a conclusão da pesquisa para 15 dias após o final do reality show em andamento. Agende-se.

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Economia criativa

O avanço da economia criativa e da parte de mercado conquistada por empresas desse tipo é o a priori do MBA em Gestão de Empresas de Criação, que a Universidade Positivo (Curitiba) vem oferecendo há dois anos. O curso é frequentado pelo pessoal de design, arquitetura, publicidade, entre outras áreas. E o sociólogo Dario Caldas, do ODES, é o responsável pela disciplina “Tendências de Mercado e Cultura”. Atenção, criativos e afins, para a turma de 2010.

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