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	<title>ODESBLOG</title>
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	<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 00:42:17 +0000</pubDate>
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		<title>Soft power</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 00:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Mapeamento</category>

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		<description><![CDATA[Nem só de commodities, felizmente, é feito este País. Enquanto a desindustrialização avança, o jeito é apostar no soft power brasileiro. Nessa esfera, há sempre um motivo a mais para cantar e decantar o nosso maior patrimônio, a música. A riqueza é tanta que dá pra se perder, fácil. Não vamos nem ensaiar uma lista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem só de commodities, felizmente, é feito este País. Enquanto a desindustrialização avança, o jeito é apostar no <em>soft power </em>brasileiro. Nessa esfera, há sempre um motivo a mais para cantar e decantar o nosso maior patrimônio, a música. A riqueza é tanta que dá pra se perder, fácil. Não vamos nem ensaiar uma lista dos nomes que contam, hoje, na borbulhante cena paulistana, por exemplo. Mas para mapear o que interessa nesse território super-estratégico, uma coisa é certa: é preciso desviar um pouco o foco da MPB que sedimentou a imagem da &#8216;música brasileira&#8217;, da bossa nova aos &#8216;grandes nomes&#8217; hegemônicos, passando pelo <em>mainstream</em> Rio-Bahia. Nem todo mundo se tocou ainda e prefere continuar apostando na new-nova-bossa, na Ana Carolina como melhor cantora (será que ela é acionista da Nova Brasil FM?) ou afirmar que as novas cantoras são muitas e todas iguais&#8230; Bom, falemos do que interessa: é hora de escutar a música pré-bossa nova, a geração 2000-2010 e o <em>undergorund</em>, cada vez mais surpreendente. Claro que o período 1960-2000 continua sendo o celeiro onde se alimentam os novos artistas, que felizmente têm um gosto fortemente randômico e não incensam nada tão facilmente assim, no sentido de que não reverenciam, portanto estão livres para revisitar sem preconceito. É o que alguns têm feito com a &#8216;música urbana&#8217; dos anos 80 (Itamar, Rumo e os outros). Outras duas característica dessa nova MPB são o comportamento &#8216;individualista em rede&#8217; dos novos artistas, no sentido dos múltiplos &#8216;projetos&#8217; que recombinam os indivíduos em &#8216;n&#8217; configurações, formando outros tantos grupos; e, claro, os novos canais digitais de difusão, que subverteram tudo. O site do <a href="http://ims.uol.com.br/M%C3%BAsica/D49">Instituto Moreira Salles</a> traz os clássicos da era do rádio a um clique e multiplicam-se iniciativas como o projeto <a href="http://www.blogspetrobras.com.br/compacto">Compacto</a>, que grava encontros para difundir só pela internet.</p>
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		<title>Think Pink</title>
		<link>http://blog.observatoriodesinais.com.br/2010/08/31/think-pink/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 22:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>TirAoAlvo</category>

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		<description><![CDATA[
Meninas, cuidado! Corre solta e sorrateira uma contra-revolução feminista, que utiliza a ‘pinkification’ do mundo como o mais perfeito ardil para perpetuar a submissão feminina. Por meio da ‘ditadura do rosa’, vocês estariam fadadas a aceitar passivamente todos os estereótipos do modelo que o feminismo parecia ter abolido já nos anos 70. Ao menos esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_suite_barbie1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/suite_barbie1.jpg',300,200,'Suite rosa recém-inaugurada no hotel Plaza Athénée, em Paris | Fonte: UOL'); return false;"><img src="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_suite_barbie1.jpg" alt="Suite rosa recém-inaugurada no hotel Plaza Athénée, em Paris | Fonte: UOL" title="Suite rosa recém-inaugurada no hotel Plaza Athénée, em Paris | Fonte: UOL" /></a></div></p>
<p>Meninas, cuidado! Corre solta e sorrateira uma contra-revolução feminista, que utiliza a <em>‘pinkification’</em> do mundo como o mais perfeito ardil para perpetuar a submissão feminina. Por meio da ‘ditadura do rosa’, vocês estariam fadadas a aceitar passivamente todos os estereótipos do modelo que o feminismo parecia ter abolido já nos anos 70. Ao menos esse é o fio do argumento de M. Goldenberg no artigo ‘Princesas cor-de-rosa’ (Folha Equilíbrio, 24/08/2010).</p>
<p>O que incomoda nessa linha de abordagem é o descompasso com outras visões das crianças e pré-adolescentes de hoje, descritos por especialistas de toda ordem como mais espertos, rápidos, antenados e precoces, e não só na sexualidade, mas também na afirmação do próprio gosto, na autonomia e na individualidade. Essa descrição da primeira geração de nativos digitais não combina com ‘princesinhas cor-de-rosa’ submissas e dependentes. </p>
<p>O mesmo se passa em relação aos homens, ora representados (na mídia em geral) como machos que ainda têm muito a evoluir, ora como seres livres e bem resolvidos, dependendo do uso que se quer fazer da afirmação. No artigo citado, a liberdade dos meninos é vista em contraponto à falta de escolha das meninas. Mas será que os meninos são tão ‘livres’ assim? Será que um menino pode se vestir de rosa para sair da maternidade ou ir à festa do amiguinho? É claro que não, e a questão, aliás, é outra: Será que ele gostaria de se vestir assim?</p>
<p>Porque algo não combina com esse cor-de-rosa ‘imposto às meninas desde o berço’. Imposto por quem? Pela ‘mão invisível’ do pai castrador, travestido de Mercado? Por mulheres alienadas, que escolhem pink para suas filhas sem saber o mal que estão lhes causando? De novo, algo não rima: são essas mesmas mulheres que foram à luta, conquistaram a liberdade sexual, o mercado de trabalho, a presidência da República&#8230; E logo ali adiante estão submetidas à dominação do príncipe encantado, e tudo começa no cor-de-rosa!?!</p>
<p>Por que eliminar a dimensão da escolha, do gosto, da identificação com o universo feminino, e guardar só a da imposição e da dominação? Será que a onda de <em>‘pinkification’</em> – de resto, inegável – carrega ainda hoje, necessariamente, o espectro de valores negativos antigamente associados a ele? Quem é que os está enxergando e introjetando? </p>
<p>Podemos conceder que o filme ‘Legalmente Loira’ seja um excesso otimista hollywoodiano. A julgar, no entanto, pelas dilmas e marinas da hora, é bem outro o príncipe que as seduz em 2010 - mesmo que vestidas de rosa, ou de vermelho.</p>
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</p>
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		<title>Novo nu?</title>
		<link>http://blog.observatoriodesinais.com.br/2010/08/30/novo-nu/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 22:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>TirAoAlvo</category>

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		<description><![CDATA[A internet tem costas largas. É mais ou menos como a televisão nos anos 60, responsabilizada pela produção do ‘lixo cultural’, pelos ‘desvios de comportamento’, pela alienação dos jovens&#8230; Na conta da internet, coloca-se um pouco de tudo também, até mesmo a crescente exposição dos corpos, a precocidade sexual dos tweens, a erotização da infância&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet tem costas largas. É mais ou menos como a televisão nos anos 60, responsabilizada pela produção do ‘lixo cultural’, pelos ‘desvios de comportamento’, pela alienação dos jovens&#8230; Na conta da internet, coloca-se um pouco de tudo também, até mesmo a crescente exposição dos corpos, a precocidade sexual dos <em>tweens</em>, a erotização da infância&#8230; Confundem-se ‘meio’ e ‘causa’. O afã de produzir o ‘fato novo’, a busca de uma perspectiva sobre o futuro acabam traindo o desaparecimento de qualquer horizonte histórico. Como olhar para trás, num mundo em que ‘há dois anos’ foi há muito tempo? Em tal contexto, torna-se impositivo esquecer, por exemplo, que a exposição dos corpos na publicidade, como recurso para aumentar o ‘fetichismo da mercadoria’ - com o perdão da expressão – é uma tendência consistente e ininterrupta desde o final dos anos 60, com picos nos anos 80 (alguém ainda se lembra das campanhas Calvin Klein?) e 90 (e Gucci sob Tom Ford?). É claro que o momento é outro, houve aprofundamento e generalização do corpo-objeto,  e o fato novo é que essa tendência hoje se expressa no comportamento individual – ‘eu’ é a mercadoria -, algo que se tornou possível pela penetração das tecnologias de informação e comunicação no cotidiano. Porém, empurrar a conta toda para a internet, em termos de explicação do fenômeno, é equivalente a afirmar que se escrevem cartas anônimas <em>por causa</em> do correio&#8230; </p>
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		<title>&#8216;Onde as fofas têm vez&#8217;</title>
		<link>http://blog.observatoriodesinais.com.br/2010/08/12/onde-as-fofas-tem-vez/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 19:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>ODESNEWS</category>

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A coluna Blue Chip, de Ângela Klinke (jornal Valor Econômico) traz hoje (12/08) entrevista com o sociólogo Dario Caldas sobre o mercado de moda plus size. &#8216;Onde as fofas têm vez&#8217; foi o nome dado à matéria, com reportagem de Rebeca de Moraes.

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			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_Obesidade_Valor.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/Obesidade_Valor.jpg',1178,2334,'Obesidade Valor - Obesidade Valor'); return false;"><img src="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_Obesidade_Valor.jpg" alt="Obesidade Valor - Obesidade Valor" title="Obesidade Valor - Obesidade Valor" /></a></div><br />
A coluna Blue Chip, de Ângela Klinke (jornal Valor Econômico) traz hoje (12/08) entrevista com o sociólogo Dario Caldas sobre o mercado de moda <em>plus size</em>. &#8216;Onde as fofas têm vez&#8217; foi o nome dado à matéria, com reportagem de Rebeca de Moraes.
</p>
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		<title>Luxo popular</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 19:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Filtragem</category>

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		<description><![CDATA[A indústria do luxo no Brasil continua sob holofotes. Nas duas últimas semanas, notícias deram conta da existência de um &#8216;luxo popular&#8217; - expressão que começa a decolar -, essencialmente para consumidores da classe C que buscam &#8216;auto-estima, pertencimento e inclusão social&#8217; (Folha de S.Paulo, 18/07). São drivers certamente válidos, mas serão os únicos, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria do luxo no Brasil continua sob holofotes. Nas duas últimas semanas, notícias deram conta da existência de um &#8216;luxo popular&#8217; - expressão que começa a decolar -, essencialmente para consumidores da classe C que buscam &#8216;auto-estima, pertencimento e inclusão social&#8217; (Folha de S.Paulo, 18/07). São <em>drivers</em> certamente válidos, mas serão os únicos, ou os mais importantes? Será mesmo que dá para aplicar os mesmos termos do &#8216;consumo conspícuo&#8217;, elaborado por Veblen no século XIX, às novas classes médias do século XXI? Outra pesquisa deu conta do crescimento do setor no País, estimado este ano em 28%. Como se sabe, as bases no Brasil ainda são modestas, o que torna números aparentemente expressivos em inexpressivos, se comparados a outras realidades. O mercado de barcos é singular e bom exemplo. No Brasil, os donos de iate ainda têm nome e sobrenome, publicado no jornal. Além disso, quando se considera o crescimento da produção de barcos de determinada marca, &#8216;de 40 para 120 unidades&#8217; (Folha de S.Paulo, 01/08), ou o incremento de &#8216;10% nas vendas de embarcações pequenas e médias&#8217; (idem), e se comparam esses dados ao auge do enriquecimento americano, quando as famílias que adquiriam iates se contavam às centenas de milhares&#8230; Visto dessa forma, o <em>boom</em> toma ares bem provincianos. Está bem, foram 12% mais milionários brasileiros em 2009. Mas o clube do milhão tupiniquim ainda é a quarta parte do total de milionários que moram na cidade de Nova York, sozinha.</p>
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</p>
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		<title>Piauí, um estado de espírito</title>
		<link>http://blog.observatoriodesinais.com.br/2010/08/06/piaui-um-estado-de-espirito/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 16:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Hot Spot</category>

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		<description><![CDATA[
Somos fãs de carteirinha da revista Piauí , e embora o seu conteúdo já esteja online há algum tempo, o anúncio de parceria com o portal estadão (que vai se confirmando como grande portal de conteúdo), para onde migrou, foi o gancho para falarmos dela aqui, mais uma vez. Estão disponíveis os números anteirores completos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_ARTIGO_IMG_DESTAQUE_SEMANA.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/ARTIGO_IMG_DESTAQUE_SEMANA.jpg',300,394,''); return false;"><img src="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_ARTIGO_IMG_DESTAQUE_SEMANA.jpg" alt="" title="" /></a></div></p>
<p>Somos fãs de carteirinha da <a href="http://revistapiaui.estadao.com.br/">revista Piauí </a>, e embora o seu conteúdo já esteja online há algum tempo, o anúncio de parceria com o portal <a href="http://www.estadao.com.br">estadão</a> (que vai se confirmando como grande portal de conteúdo), para onde migrou, foi o gancho para falarmos dela aqui, mais uma vez. Estão disponíveis os números anteirores completos, a edição especial produzida para a Flip, enfim, muita coisa para festejar o prazer de ler&#8230;</p>
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</p>
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		<title>Ainda o vexame da Copa&#8230;de 2014</title>
		<link>http://blog.observatoriodesinais.com.br/2010/07/21/ainda-o-vexame-da-copade-2014/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 21:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Gotas de Absurdo</category>

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O grande designer Alexandre Wollner foi um dos primeiros a se manifestar e a enxergar &#8216;a mão cobrindo o rosto de vergonha&#8217;, nesta entrevista ao portal Terra, ainda no frescor do anúncio do logo vencedor. De lá para cá, são tantas críticas que nem se contam mais. No portal Estadão, por exemplo, uma enquete que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.resized_logo_da_copa.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/logo_da_copa.jpg',653,263,''); return false;"><img src="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.resized_logo_da_copa.jpg" alt="" title="" /></a></div><br />
O grande designer Alexandre Wollner foi um dos primeiros a se manifestar e a enxergar &#8216;a mão cobrindo o rosto de vergonha&#8217;, nesta <a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4553699-EI6583,00-Designer+critica+logo+da+Copa+E+uma+porcaria.html">entrevista ao portal Terra</a>, ainda no frescor do anúncio do logo vencedor. De lá para cá, são tantas críticas que nem se contam mais. No <a href="http://blogs.estadao.com.br/bate-pronto/voce-aprova-o-logo-da-copa-2014/">portal Estadão</a>, por exemplo, uma enquete que já tem cerca de 1500 votos revela que 85% (sic) desaprovam a marca criada para representar a Copa do Brasil. O escândalo só cresceu quando se soube da exclusão da ADG, a Associação de Designers Gráficos, do processo de escolha, e que o júri foi composto por &#8216;especialistas&#8217; como Gisele Bündchen, Paulo Coelho e Ivete Sangalo&#8230; Quanta competência para realizar um concurso! Imagine-se então uma Copa inteira&#8230; Ainda assim, não resistimos a voltar ao assunto e publicar essa inspiradíssima charge, cujo autor desconhecemos, que faz visualizar o desastre com humor e avacalhação, estes sim, tipicamente brasileiros. Cobertos de vergonha pela CBF já estamos - por essa &#8216;porcaria de logomarca&#8217; (Wollner), pelo desempenho da seleção 2010, pelas 12 sedes (pra quê mesmo?) e tantos outros erros já cometidos. Só esperamos que a charge, bem como a releitura de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=df-mWW44wJo">Pedro Arruda, vista no Youtube</a>, não sejam profecias auto-realizáveis&#8230;<br />
<div class="centralizado"><a href="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_logo2014.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/logo2014.jpg',862,700,'log'); return false;"><img src="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_logo2014.jpg" alt="log" title="log" /></a></div><br />
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</p>
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		</item>
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		<title>Tendência &#8216;mini&#8217; faz escola</title>
		<link>http://blog.observatoriodesinais.com.br/2010/07/14/tendencia-mini-faz-escola/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 18:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Mapeamento</category>

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		<description><![CDATA[
Em 2006, num fórum sobre tendências promovido pela Volkswagen no Salão do Automóvel de São Paulo, o ODES alertou para a então nascente tendência aos carros &#8216;mini&#8217;, sua força nas metrópoles pela praticidade, junto a um público adulto &#8216;juvenista&#8217; ou &#8216;adultescente&#8217;. A montadora Fiat - criticada por especialistas em branding por não desenvolver um discurso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><a href="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_fiat1_peq.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/fiat1_peq.jpg',531,709,''); return false;"><img src="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_fiat1_peq.jpg" alt="" title="" /></a></div><div class="alinhar_esq_caixa"><a href="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_fiat2_peq.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/fiat2_peq.jpg',531,709,''); return false;"><img src="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_fiat2_peq.jpg" alt="" title="" /></a></div><br />
Em 2006, num fórum sobre tendências promovido pela Volkswagen no Salão do Automóvel de São Paulo, o <strong>ODES </strong>alertou para a então nascente tendência aos carros &#8216;mini&#8217;, sua força nas metrópoles pela praticidade, junto a um público adulto &#8216;juvenista&#8217; ou &#8216;adultescente&#8217;. A montadora Fiat - criticada por especialistas em <em>branding</em> por não desenvolver um discurso de marca, mas apenas de produto - investe suas fichas reposicionando o novo Uno dentro da linguagem &#8216;mini&#8217;, como um produto dirigido ao consumidor emocional, que quer design e vai se identificar com o &#8216;carrinho (quase) de brinquedo&#8217;, amigável, divertido, personalizável. O material promocional enviado ao consumidor reflete esses conceitos sob diversos aspectos, como as cores utilizadas e a caixinha que se arma sozinha, ao ser retirada do envelope. </p>
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		<title>Galgando aos extremos</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 22:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Hot Spot</category>

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A tendência HIPERPOP segue forte, thanks to Gaga, a hipermadonna  (a diferença entre a cópia e o exagero premeditado), com sinais de confirmação e aprofundamento em profusão. A onda Andy Wahrol se espraia, agora com exposição no Brooklyn Museum sobre a produção imediatamente anterior à morte do artista (geralmente menos visada). E a mostra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_AW_Self_Portrait_1986.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/AW_Self_Portrait_1986.jpg',600,642,'AW Self Portrait 1986 - Andy Warhol, Self Portrait , 1986 | Divulgação'); return false;"><img src="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_AW_Self_Portrait_1986.jpg" alt="AW Self Portrait 1986 - Andy Warhol, Self Portrait , 1986 | Divulgação" title="AW Self Portrait 1986 - Andy Warhol, Self Portrait , 1986 | Divulgação" /></a></div></p>
<p>A tendência <strong><font color="blue">HIPERPOP</strong></font color="blue"> segue forte, <em>thanks to Gaga</em>, a <em>hipermadonna </em> (a diferença entre a cópia e o exagero premeditado), com sinais de confirmação e aprofundamento em profusão. A onda Andy Wahrol se espraia, agora com exposição no <a href="http://www.brooklynmuseum.org/exhibitions/andy_warhol/">Brooklyn Museum</a> sobre a produção imediatamente anterior à morte do artista (geralmente menos visada). E a mostra Keith Harring abre em São Paulo no dia 31 de julho, na Caixa Cultural.</p>
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		<title>Ouro, platina ou zinco?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 22:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Mapeamento</category>

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Os produtos financeiros estão em efervescência, no mundo como no Brasil: lá fora, há todo o debate sobre regulação fianceira em curso; aqui, as &#8216;novas classes médias&#8217; chegam ávidas ao mercado do crédito acessível e demandam por produtos inovadores. O Amex Zync, lançado no final de 2009 pela American Express nos EUA, é um exemplo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_zync.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/zync.jpg',1100,750,'zync - zync'); return false;"><img src="http://blog.observatoriodesinais.com.br/up/o/ob/blog.observatoriodesinais.com.br/img/.thumb_zync.jpg" alt="zync - zync" title="zync - zync" /></a></div></p>
<p>Os produtos financeiros estão em efervescência, no mundo como no Brasil: lá fora, há todo o debate sobre regulação fianceira em curso; aqui, as &#8216;novas classes médias&#8217; chegam ávidas ao mercado do crédito acessível e demandam por produtos inovadores. O <a href="https://www217.americanexpress.com/cards/npz.do?pmccode=758">Amex Zync</a>, lançado no final de 2009 pela American Express nos EUA, é um exemplo interessante. É um produto com um discurso totalmente focado no consumidor jovem da faixa de 20 anos, com uma proposta de personalização total (<em>&#8216;design it to fit in your life&#8217;</em>) e categorias de consumo emocional, como &#8216;eco&#8217; e &#8216;música&#8217;.</p>
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